Mercado Imobiliário

Brasil foi o segundo País que mais investiu no mercado imobiliário de Miami em 2016

Miami (EUA) sempre foi um destinos mais procurados por brasileiros. Há quem goste tanto do lugar que prefere ter um imóvel próprio na cidade. Estudo realizado pela ISG (empresa especializada em comercialização, venda e soluções administrativas para o setor imobiliário) mostra que, em 2016, o Brasil foi o segundo país que mais investiu em imóveis de luxo em Miami, só perdeu para a Venezuela.

Pesquisa mostra que brasileiros buscam segurança e estilo de vida luxuoso em Miami (Foto: Shutterstock)
Pesquisa mostra que brasileiros buscam segurança e estilo de vida luxuoso em Miami (Foto: Shutterstock)

“Um investimento seguro a longo prazo, em dólar, e a comodidade de ficar em sua própria casa quando visita Miami levam o brasileiro a investir na cidade. A maioria busca propriedades de luxo, preferencialmente com vista para o mar”, detalha Natalie Brabner, diretora internacional da ISG.

Daniel Ickowicz, diretor da Elite International Realty, imobiliária com sede em Miami, diz que entre os fatores de atração estão diversificação de capital, segurança jurídica, renda em dólares e proximidade cultural.

“Apesar da redução por conta da situação da economia brasileira, ainda temos uma fatia do mercado buscando um imóvel para férias ou um apart-hotel que possa alugar e usar algumas vezes no ano. Uma tendência recente é a procura por clientes que desejam vir a Miami de forma definitiva, para morar”, afirma Ickowicz.

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Segundo a ISG, de 2011 a 2016, 45 novos prédios foram construídos em Miami e 94% das 5.802 novas unidades colocadas no mercado foram vendidas. No entanto, há 62 prédios (11.158 unidades) ainda em construção, com 80% das unidades vendidas, e 26 na planta (2.574 unidades).

Fernando Bergallo, diretor de câmbio da FB Capital, empresa de intermediação para envio de recursos para o exterior com foco imobiliário, explica que o valor médios dos imóveis chega a 1 milhão de dólares e a venda é sempre finalizada em Miami.

“Geralmente o interesse parte em uma viagem de férias, persiste depois que o cliente volta ao Brasil e, em uma segunda visita à Miami, acaba batendo o martelo com o corretor de imóveis. Na sequência, volta e usa nossos serviços para fazer a remessa (do valor)”, diz Bergallo.

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Ickowicz frisa que as parcerias com imobiliárias no Brasil são importantes para as vendas. “Em geral, o atendimento é feito em Miami, sendo que o primeiro contato é por e-mail ou até ligação via Skype. Isso é importante para entender o perfil do cliente e o que ele procura, além de explicar de forma superficial como funciona o processo de aquisição”.

(Foto: Elite International Realty)
(Foto: Elite International Realty)
(Foto: Elite International Realty)
(Foto: Elite International Realty)
(Foto: Elite International Realty)
(Foto: Elite International Realty)

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