Mercado Imobiliário

Como apresentar um imóvel onde vive bicho de estimação?

Muita gente gosta de animais de estimação, como cachorros e gatos, desde que sejam os seus, e não os dos outros. É por isso que um artigo do jornal Los Angeles Times faz um debate sobre a seguinte questão: os moradores de um imóvel a ser alugado ou vendido deveriam ser aconselhados pelo corretor a tomar alguns cuidados extras com os seus bichinhos durante as visitas dos interessados?

(Foto: Reprodução Los Angeles Times)
Morador canino (Foto: Reprodução Los Angeles Times)

“Não estamos falando apenas de cachorros, mas também de gatos, cobras, pássaros e outras criaturas”, diz a publicação.

Quem defende que o corretor deve dar esse conselho acredita que uma possível briga entre os animais ou até mesmo o odor deles pode influenciar negativamente a decisão do interessado e ser uma ameaça crítica ao negócio.

“Os corretores devem tomar todas as medidas possíveis para aumentar o número de visitas a um imóvel e fazer o visitante se sentir confortável enquanto o inspeciona. E quando a presença de animais afeta qualquer um desses objetivos, o agente corre o risco de perder o negócio”, afirma Charles Sullivan, dirigente da imobiliária norte-americana Re/Max Metropolitan Realty.

O problema é que nem todos os donos de animais pensam dessa forma, inclusive aqui, no Brasil. Elas creem que os bichos poderão passar despercebidos nessas situações, ou chegam ao ponto de achar que tal pedido soa como uma ofensa.

Por isso, alguns corretores defendem que não é preciso ser extremista e pedir para o morador remover ou esconder seu animal durante a visita. Na contramão, eles preferem notificar o interessado de que há um cachorro ou gato no imóvel numa conversa e com a ajuda de placas na entrada da casa.

Você, corretor brasileiro: o que faz nesse tipo de situação?

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