Mercado Imobiliário

Como se manter no emprego como corretor de imóveis?

Manter-se firme no mercado é um desafio diário para qualquer profissional. Mas, para o corretor de imóveis, não é exagero dizer que a dificuldade é maior. De acordo com os especialistas, uma pessoa – sem contar, claro, os investidores – compra, no máximo, três imóveis ao longo da vida. Diante desta média, como se manter no emprego? Como se manter no mercado? O que o corretor pode fazer para fidelizar o cliente e sobressair em relação à concorrência?

(Foto: Shutterstock)
A prioridade do corretor deve ser o atendimento (Foto: Shutterstock)

O primeiro ponto que deve ser levando em consideração, de acordo com o diretor de vendas da Lello Imóveis, Igor Freire, é a área de corretagem que o profissional se dedica. Existem diferenças na atuação de quem trabalha com lançamentos e quem optou pelos imóveis usados.

Quem está com os novos empreendimentos precisa conhecer muito bem todos os detalhes da região no qual está ele inserido. O profissional estará no estande montado para visitação dos interessados. “O corretor tem que saber tudo sobre o produto, sobre os costumes dos moradores locais e sobre o que está ao redor: escolas, museus, supermercados, shoppings, segurança e lazer, acessos às marginais. A pessoa que visitar o estande já sabe que aquele produto está dentro do que ela deseja no que se refere a um imóvel. O corretor tem que complementar isso”, detalha Freire.

Já o profissional “especializado” em imóveis usados tem pela frente um trabalho enorme. O cliente que chega a ele, na maioria das vezes, não sabe o que quer: é preciso levar em conta o tamanho do imóvel, se ele terá piscina e/ou churrasqueira e academia de ginástica, reformado ou não, perto do trabalho do marido, da mulher, ou da escola das crianças. “O corretor deve estar atento a tudo isso para traçar um perfil do cliente. Desta forma ele fará a indicação certa do bem e o conquistará para a vida toda”, diz o diretor da Lello.

Atendimento – A prioridade do corretor precisa ser o atendimento. O aprimoramento depende do esforço de cada um. “O caminho é fazer um curso superior, especialização, ler muito – jornais e revistas também de fora do Brasil e portais de notícias. É preciso saber sobre taxas de juros, expectativa com relação aos rumos da economia e outras informações relevantes. Ele tem que responder ao cliente todas as dúvidas”.

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