Mercado Imobiliário

Interagir com a categoria e a sociedade é essencial

Especialista: Mercado Imobiliário

Comunicação e interação com tudo o que nos rodeia é fundamental (Foto: Shutterstock)
Comunicação e interação com tudo o que nos rodeia é fundamental (Foto: Shutterstock)

Comunicação e interação com tudo o que nos rodeia é fundamental tanto em nossa vida pessoal quanto profissional. Para o corretor de imóveis, então, que lida com os anseios e os sonhos de seus clientes, estar “antenado” é primordial. Por isso, participar de reuniões com entidades de classe, eventos, acompanhar palestras sobre o mercado imobiliário e outros assuntos correlatos tem de fazer parte da rotina.

Mas não se limite a assistir. É importante também se preparar e proferir palestras sobre o mercado imobiliário, levando sua experiência para públicos locais ou de outras cidades. Com isso estará divulgado o seu nome e o de sua empresa, o que certamente incrementará seus negócios e, ao mesmo tempo, ajudará na qualificação de quem está pretendendo inserir-se na atividade imobiliária.

É óbvio que, para ser convidado a proferir uma palestra, o corretor de imóveis deve ter conteúdo e ser agradável ao público-alvo. O palestrante deve estar sempre se reciclando e procurando inovações para repassar às pessoas e, com isso, tanto ele como sua empresa se modernizam.

Outro ponto importante para a imagem do profissional e de sua empresa é a participação comunitária. Campanhas do agasalho ou para arrecadar fundos para entidades assistenciais pedem a participação de todos. Entre muitos outros aspectos, vale a pena também colaborar na educação e na conscientização da preservação do meio ambiente.

O combate à dengue, por exemplo, é uma ótima oportunidade de engajamento social. A doença está atingindo níveis alarmantes em todo o País. E o corretor, por força de ofício, visita diariamente imóveis dos mais diversos tipos e nas mais diferentes regiões. Não custa ficar atento e colaborar com os órgãos públicos no sentido de identificar os criadouros do mosquito da dengue, comunicando os casos suspeitos à unidade de vigilância sanitária ou à secretaria municipal de saúde responsável pela área.

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