Mercado Imobiliário

Imóveis do 'Minha Casa, Minha Vida' também podem ser um ótimo negócio para o corretor

Conjunto habitacional do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ (Foto: Divulgação)
Conjunto habitacional do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ (Foto: Divulgação)

O projeto Minha Casa Minha Vida foi criado para que as famílias, principalmente as de baixa renda, tornem real o sonho de comprar um imóvel. O projeto não é positivo apenas para a população. Os corretores de imóveis têm acesso a boas oportunidade de fechar negócios.

Trata-se de um bom nicho de mercado porque o corretor ganha pela “escala”. Ou seja, o valor dos imóveis é baixo, mas o número de transações faz com que a comissão a que os corretores têm direito seja um estímulo para que mais contratos sejam fechados. O índice de comissão destinado aos corretores é o mesmo do mercado: 6% em cima do valor total do imóvel.

“O Programa Minha Casa Minha Vida já atinge três milhões de unidades. É um número que precisa ser levado em conta. Os corretores também podem ganhar”, afirma o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis – Crecisp, José Augusto Viana Neto.

Ele lembra, porém, que os imóveis da primeira faixa de renda (entre zero e três salários mínimos) não permitem a intermediação. Apenas os que pertencem à segunda faixa (entre três e seis salários mínimos) e terceira faixa de renda (de seis a dez salários mínimos) podem ser comercializados.

“As incorporadoras precisam do trabalho dos corretores. Os profissionais agilizam o fechamento dos negócios. E quanto mais rápido um empreendimento é vendido, mais rápido as incorporadoras podem se dedicar a outro projeto”, detalha Neto.

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